Sobre a campanha
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Curtis McGrath
"Para mim, saúde é ser feliz, estar em forma, e poder fazer as coisas que quero. Isso significa muito".
Curtis McGrath, paracanoísta e ex-soldado, perdeu as pernas após a explosão de uma mina no Afeganistão. Menos de dois anos depois, ele já estava quebrando o recorde e conquistando o título mundial nos 200m, na categoria VL2 (para atletas com transtorno de movimento - alto ou moderado - na base do tronco e nas pernas ou com pernas amputadas), em Moscou, na Rússia. Curtis já levou para casa 10 medalhas de Ouro e uma de Prata, incluindo medalhas consecutivas nos Jogos Paraolímpicos Rio 2016 e nos Jogos Paraolímpicos Tóquio 2020.

Mariana Elena Adelina Zúñiga Varela
“Para mim, saúde é autoconfiança. Para que eu seja saudável, preciso estar em um estado mental e físico que me permita desenvolver e crescer como pessoa. Isto significa que posso estar no meu melhor, tanto na vida como no esporte – e estar confiante”.
Mariana Zúñiga é uma arqueira paralímpica que nasceu com mielomeningocele, uma forma de espinha bífida. Ela foi a primeira arqueira chilena a participar dos Jogos Paralímpicos, é dona de uma medalha de Prata, e se tornou a primeira arqueira das Américas a vencer no aberto composto categoria feminina.

Sara Andrés Barrio
"Saúde é tranquilidade. Ser tranquila me faz feliz e me dá ainda mais vontade de viver plenamente".
A atleta paraolímpica espanhola Sara Andrés Barrio teve as duas pernas amputadas depois de um acidente de carro, em 2011. Seis anos depois, em 2017, ela conquistou sua primeira medalha no Campeonato Mundial de Atletismo Paralímpico. Atualmente, Sara compete em provas de salto em distância, revezamento e corrida (100m). Sara também publicou o livro infantil "Sabes quién soy?" ("Sabe quem eu sou?") que, a partir da história de cinco personagens com deficiência, reforça a importância da diversidade, da equidade, da inclusão, e do pertencimento.

Emmanuel Oyinbo-Coker
“Para mim, saúde é energia – tanto mental quanto física.”
Emmanuel Oyinbo-Coker é um paratleta britânico e velocista que compete na categoria T47 (deficiência nos membros superiores). Depois de ganhar medalha de Ouro no Grande Prêmio Mundial de Paratletismo em Dubai, ele venceu a final dos 100m masculinos nos Jogos da Commonwealth de 2022. Hoje, ele apoia e incentiva jovens que enfrentam desigualdades e dá palestras sobre a importância do esporte na transformação social.

Richard Whitehead MBE
"Para mim, saúde é ter determinação. Minha grande conquista foi encarar minha deficiência não como algo negativo, mas como uma oportunidade de mostrar às pessoas que tudo é possível."
Ensinado desde cedo a viver uma vida sem limites, o atleta britânico Richard Whitehead MBE se tornou a primeira pessoa biamputada a percorrer todo o Reino Unido ao correr 40 maratonas em 40 dias durante uma expedição beneficente. Dono de duas medalhas de Ouro nos 200m, Whitehead criou a Fundação Richard Whitehead, que promove mudanças sociais e usa o poder do esporte em prol de pessoas com deficiência.

Róża Kozakowska
"Saúde para mim é ter força para superar dificuldades que, a princípio, pareciam impossíveis. No meu vocabulário, impossível não existe."
A polonesa Róża Kozakowska é uma atleta de arremesso de peso e lançamento de clube dona de uma medalha de Ouro nos Jogos Paraolímpicos de Verão Tóquio 2020, do recorde mundial e do título de Atleta do Ano com Deficiência da Polônia em 2021. Róża se tornou uma pessoa com deficiência depois que uma picada de carrapato atacou o seu sistema nervoso, desenvolvendo em seu corpo uma condição chamada neuroborreliose articular e cerebral, que afeta a coordenação motora.